Schumann 2nd Violin Sonata: 1st mov 2

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Schumann 2nd Violin Sonata: 1st mov. (2) Gidon Kremer vl., Martha Argerich - De todos os grandes violinistas da segunda metade do século XX, Gidon Kremer talvez seja o de carreira menos convencional. Nascido em Riga, na Letônia, começou seus estudos com o pai e o avô, ambos musicistas. Aos sete anos, ingressou na Escola de Música da sua cidade natal, aos dezesseis ganhou o Primeiro Prêmio da República da Letônia e dois anos depois iniciava seus estudos com David Oistrakh, no Conservatório de Moscou. Enquanto estudava, continuou a conquistar importantes prêmios, como o Concurso Rainha Elizabeth, em 1967, e o Primeiro Prêmio em dois dos mais prestigiosos concursos internacionais de violino: o Concurso Paganini e o Concurso Tchaikovsky.

Tantas premiações impulsionaram fortemente a carreira de Gidon Kremer, que logo conquistou renome mundial como um dos mais originais e irresistíveis artistas da sua geração. O violinista já se apresentou em praticamente todas as principais salas de música do mundo, em recitais ou em concertos ao lado das melhores orquestras da Europa e dos Estados Unidos. Também trabalhou com virtualmente todos os grandes regentes de nosso tempo, dentre os quais se destacam Leonard Bernstein, Herbert von Karajan, Christoph Eschenbach, Nikolaus Harnoncourt, Lorin Maazel, Riccardo Muti, Zubin Mehta, James Levine, Valery Gergiev, Claudio Abbado e Neville Marriner.

Excepcionalmente vasto, o repertório de Gidon Kremer estende-se das obras clássicas e românticas, escritas ao longo dos séculos XVIII e XIX, à música de mestres do século XX, como Henze, Berg e Stockhausen. Kremer dispensa também especial atenção ao trabalho dos melhores criadores atuais (com destaque para compositores da Rússia e da Europa Oriental), e muitos deles escreveram obras dedicadas ao violinista.

No âmbito da música contemporânea, o nome de Gidon Kremer encontra-se fortemente associado a compositores como Alfred Schnittke, Arvo Pärt, Giya Kancheli, Sofia Gubaidulina, Valentin Silvestrov, Luigi Nono, Aribert Reimann, Peteris Vasks, John Adams e Astor Piazzolla, cuja obra Kremer apresentou ao público de música erudita em leituras ao mesmo tempo contemporâneas e respeitosas para com a tradição. É possível que nenhum solista da grandeza de Gidon Kremer tenha contribuído tanto quanto ele para incentivar e difundir a música contemporânea nos últimos trinta anos.

Autor de uma discografia impressionante, Kremer já gravou mais de uma centena de álbuns, diversos deles agraciados com prestigiosos prêmios internacionais, como o Grand Prix du Disque, o Deutscher Schallplattenpreis, o Ernst-von-Siemens Musikpreis, o Bundesverdienstkreuz, o Premio dell"Accademia Musicale Chigiana, o Triumph Prize de Moscou e o Prêmio Unesco.

Além de estar sempre em evidência nas salas de concerto e nos estúdios de gravação, Gidon Kremer é também ensaísta – publicou três livros, nos quais registra parte de suas pesquisas artísticas – e tem estado à frente de importantes iniciativas do mundo da música erudita: em 1981, fundou o Festival de Lockenhaus, evento dedicado à música de câmara e que se realiza anualmente na Áustria; em 1997 e 1998, respondeu pela Direção Artística do Festival de Gstaad, sucedendo a seu fundador, o célebre violinista Yehudi Menuhin; em 1997, criou a Kremerata Baltica, com a qual tem alcançado grande sucesso em turnês internacionais; a partir de 2002, passou a responder pela Direção Artística de um novo festival na Basiléia, denominado Les muséiques.( texto de movimento.com)
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